Quanto ganha, onde trabalha e como se forma o profissional de social media no Brasil? O Raio-X da trampos responde a essas perguntas com dados de salário, formação, referências e satisfação. Assim, esta página reúne as três edições da pesquisa, da mais recente para a mais antiga.
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3ª edição (2018): o profissional de social media no Brasil depois da crise
Quando a terceira edição saiu, em 2018, 227 profissionais de todo o país responderam de forma anônima. Assim, a pesquisa quis medir o efeito da crise econômica e da nova lei trabalhista sobre remuneração e funções. Além disso, perguntou sobre expectativas, inspirações e formação.












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2ª edição (2015): salário médio de R$ 2.593
A segunda edição teve parceria da Alma Beta e apoio do evento Share, com 1.021 respondentes de 25 unidades federativas. Segundo a pesquisa, o salário médio ficou em R$ 2.593. Porém, a diferença salarial entre homens e mulheres não mudou em relação a 2014. Já os sites brasileiros lideraram as fontes de informação (82,37%), com destaque para AdNews, Brainstorm9 e Meio & Mensagem.




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Cursos mais citados em 2015
A ESPM seguiu no topo dos cursos e workshops citados. Além disso, a fatia de quem fez algum curso da área subiu 4,8% em relação a 2014. A partir da segunda posição, porém, o ranking mudou e novas instituições apareceram.


1ª edição (2014): o primeiro retrato do profissional de social media no Brasil
Com a Alma Beta, a primeira edição analisou 1.037 profissionais. Segundo os dados, seis em cada dez eram mulheres de 18 a 30 anos. Já o salário médio ficou em R$ 2.432. Porém, as mulheres ganhavam em média R$ 2.424,81, enquanto os homens ganhavam R$ 2.885,66. Além disso, 47% tinham superior completo e quase 25% eram pós-graduados. Por fim, 55% trabalhavam em São Paulo.

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