Quem é o freelancer brasileiro, o que ele busca e do que sente falta? A trampos fez essa pergunta em três edições da pesquisa, com profissionais autônomos de comunicação e tecnologia. Por isso, esta página reúne todas as edições, da mais recente para a mais antiga.
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2018: o freelancer brasileiro depois da reforma trabalhista
Mais de 940 freelancers de todo o país responderam em março de 2018, de forma anônima. Como nas edições anteriores, as perguntas cobriram motivações, preferências, áreas de atuação e satisfação. Além disso, a edição buscou entender se o mercado mudou com a lei trabalhista que entrou em vigor em novembro de 2017.

2015: home office e falta de salário fixo
Em junho de 2015, 1.126 profissionais responderam. Assim como antes, a maioria atuava como freela pela flexibilidade de horário e pelas chances de desenvolvimento. Além disso, 91% preferiam trabalhar em home office. Porém, 57% sentiam falta de salário fixo e benefícios. Por isso, 63% aceitariam um emprego tradicional. Mesmo assim, 46% diziam ter mais equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

2013: a primeira edição sobre o freelancer brasileiro
A primeira edição contou com Pto de Contato e Crane.is e ouviu mais de 1.000 freelancers. Flexibilidade (59%), liberdade (50%) e rentabilidade (42%) lideraram os motivos para virar freela. Além disso, 57% atuavam assim havia até 2 anos, enquanto só 5% tinham mais de 10 anos nesse modelo. Já o lado negativo incluía não ter 13º salário, benefícios, estabilidade e férias.



O que se repete entre as edições
O home office aparece como local preferido em 2013 (90%) e em 2015 (91%). Da mesma forma, a flexibilidade lidera os motivos nas duas edições. Já a falta de benefícios aparece como queixa nas duas. Se você quer seguir esse caminho, veja como iniciar a carreira de freelancer e quanto cobrar por hora.






