3 coisas básicas que todo mundo precisa saber sobre Google Analytics

3 dicas básicas de Google Analytics que todo mundo precisa saber

Desenvolver o design do seu website, criar conteúdo atraente e construir sua imagem nas redes sociais é (acredite se quiser) a parte divertida. A parte não tão divertida para alguns mas tão importante quanto — Analytics!

Afinal, se você não sabe como as pessoas estão interagindo com a sua marca, você não sabe como tornar esse relacionamento melhor. E enquanto a análise pode soar como uma avalanche de números o tempo todo, entender essas informações é essencial para gerar mais engajamento com o seu público, melhorar o seu conteúdo e construir métricas de sucesso para as suas campanhas de relações públicas, marketing e propaganda.

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Então, por onde começar? Se você está procurando por uma ferramenta de análise compreensível — e grátis! — o Google Analytics é a melhor opção.  Mas, novatos de Analytics, cuidado: para um serviço gratuito, o Google Analytics pode te dar umas pancadas. Aqui estão três dicas úteis de alto nível sobre o que você pode aprender com o Google Analytics e como usar essas informações.

 

1. Quem está visitando seu site e quando?

Quando você instala o Google Analytics no seu site, você tem acesso ao painel de informações. Na barra de navegação lateral, você poderá ver diversas abas, incluindo “Público-alvo”. Clicando nela, depois em “Visão geral”, você terá ao seu dispor informações úteis, como a quantidade de pessoas que visitaram seu site em um horário ou data específico, os países onde moram essas pessoas, os dias da semana que essas pessoas gastam mais tempo no seu website, etc.

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Além de ser bastante interessante ter essa informação, isso também pode te ajudar a tomar decisões de negócios importantes para o crescimento da empresa. Por exemplo, se a sua empresa é nacional, mas você recebe muito tráfego vindo de outros países da América do Sul, talvez esse seja um mercado que você deva considerar na hora de expandir. Ou, se você está atualizando o blog da empresa às quartas-feiras, mas percebe que grande parte do tráfego aparece nas sextas, talvez você queira reformular seu calendário de conteúdo, para deixar os artigos que você sabe que vão bombar para os dias em que as pessoas acessam mais – e consequentemente mais pessoas podem ver.

 

2. Os visitantes voltam para ver mais? Quanto tempo eles ficam?

Agora que você sabe que (vamos supor) 50.000 pessoas acessam seu site todo mês, por quanto tempo esses visitantes ficam no seu site? Três segundos? Cinco minutos? Clicando em “Comportamento”, na aba “Visão Geral” e depois em “Engajamento”, você terá uma ~revelação~ da quantidade de tempo que seus visitantes estão gastando com você.

Lembre-se: nesse caso, quanto mais, melhor! Se você acha que as pessoas estão saindo muito rápido, é provável que elas não estejam encontrando o que procuram. Mergulhe na navegação e funcionabilidade do seu site e descubra: é fácil navegar? Você encontra informações com facilidade? Ele é esteticamente agradável? Você atualiza seu site com conteúdo constantemente? Lembre que seu site normalmente é a primeira impressão que as pessoas têm da sua marca, então é importante que você torne essa primeira impressão o mais atraente e intuitiva possível.

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Depois disso, olhar a aba “Novos x Recorrentes” vai te dizer quantas dessas 50.000 pessoas são novos visitantes, comparando com quantos visitaram você antes — e se elas estão voltando mais! É importante ficar de olho nos visitantes frequentes, especialmente se o seu site é um e-commerce, porque isso significa que as pessoas estão valorizando o que você está vendendo e querem mais.

Depois de começar a observar essas métricas, anote sempre que ela aumentar (ou abaixar). O que você postou nesse dia? Quando postou? Se você identificar padrões, você pode replicar esse tipo de conteúdo que faz sucesso e o timing que aumenta a chance de ter visitantes recorrentes.

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3. Como eles me encontraram?

O Google Analytics te oferece uma métrica extremamente valiosa, chamada “Aquisição”, que explica como os visitantes cehgaram no seu site. Eles viram a sua página nas redes sociais e clicaram em um link para o seu site? Eles procuraram por você no Google?

A ferramenta organiza as origens de tráfego em 4 tipos. Se você é novo na ferramenta, aqui está o significado de cada um deles:

  • Tráfego de busca: Esses são os visitantes que chegaram ao seu site depois de clicar no resultado de uma busca. Se alguém procura “calça de yoga” e acha seu site de roupas e acessórios esportivos nos resultados, ele entra na categoria de tráfego de busca.
  • Tráfego de referência: Esse tipo engloba os visitantes que vieram para a sua página através de uma referência. Ou seja, se você lançou uma página no Facebook, alguém viu e visitou seu site pelo link que deixou na descrição da página, essa pessoa é um tráfego de referência. Ou, se seu site foi mencionado na matéria de outro site, clicando em “Referências” na aba “Aquisição” você vai ver quantas pessoas vieram até você através desse artigo.
  • Tráfego direto: Essas são as pessoas que digitam o endereço para o seu site diretamente no navegador delas.
  • Campanhas: Essa origem mostra quantas pessoas estão vindo até você através dos seus anúncios, incluindo o Google AdWords. Se você lançou uma campanha de anúncios online, você poderá ver quantos visitantes vieram dos sites onde seu anúncio aparece clicando em “Campanhas”.

Agora que você sabe de onde o seu tráfego vem, as suas equipes de marketing, relações públicas e publicidade podem criar estratégias mais fortes ou ajustar as existentes baseadas no que você aprendeu. Por exemplo, se você investiu mais em conteúdo no Facebook e no Tumblr, mas descobriu que a maior parte dos acessos vêm do Twitter, o ideal é tornar o Twitter uma prioridade.

Se você der uma olhada no seu tráfego direto e descobrir que a maior parte das pessoas entram dessa forma porque favoritaram um link para a sua aba de vídeos, você vai querer ter certeza que os conteúdos em vídeo são o carro-chefe do seu site.

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Olhando para essas informações sobre o o seutráfego de busca, você pode saber como as pessoas te encontram, e que palavras exatas elas procuram – o que te ajuda no seu branding e na sua estratégia de SEO. E, por fim, se você lançou uma campanha de anúncios recentemente, monitorar quantas pessoas visitam seu site por meio deles pode determinar o quão vantajoso é fazer esse tipo de campanha – e se vale a pena pagar por isso novamente.

Apesar da importância desses dados, muitas pessoas não fazem ideia do quão valioso o Analytics pode ser. E isso que nós ainda estamos no básico de informações que ele pode oferecer.

Outros dados pra ficar de olho? O número de visualizações da página que você está recebendo nas páginas mais visitadas do seu site (na aba “Conteúdo”), quantas pessoas estão no seu site nesse exato momento e onde no seu site elas estão (“Tempo real”) e se o seu site está sendo acessado de um computador, tablet ou dispositivo móvel (“Dispositivos móveis).  Para um tutorial completo de todos os dados disponíveis, como procurar, filtrar e monitorá-los, confira a página (muito útil) de ajuda do Google Analytics.

 

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Ministrante
  • Vinicius Marino, Analista de Dados Sr.
  • Bruno Mercadante, Data Engineer

Publicado originalmente em [The Muse]. Adaptado por Tutano.

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