Como evoluiu a participação das mulheres no mercado digital? A pesquisa As mulheres no trampos usa os dados das profissionais cadastradas na plataforma para acompanhar formação, áreas de atuação e pretensão salarial em comunicação e tecnologia. Em todas as edições, porém, a pretensão salarial das mulheres ficou abaixo da dos homens.
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3ª edição (2019): mulheres no mercado digital têm mais formação
Com dados de 2018, a terceira edição mostrou que ao menos 42,2% das mulheres têm ensino superior completo e 13,5% têm pós-graduação. Além disso, elas são maioria em 8 das 14 categorias de vagas. Mesmo assim, os homens pedem salários maiores em todas as áreas.
As maiores diferenças aparecem em Programação (24,4%), Criação (20,5%) e Comercial (18,8%). Por outro lado, as diferenças caíram desde a edição anterior. Depois do levantamento, a pesquisa ainda coletou respostas anônimas sobre assédio moral e sexual no trabalho e programas de diversidade e inclusão.




2ª edição (2015): maioria em 9 de 14 categorias
Com dados de 2014, as mulheres eram maioria em 9 de 14 categorias, como Atendimento Publicitário, Jornalismo/Conteúdo, Social Media, Produção e Marketing. Porém, a pretensão salarial delas ficou abaixo em todas as categorias. A maior diferença estava em Programação, onde os homens pediam 40% a mais, e em Design, com 20% a mais. Além disso, 17% delas tinham pós-graduação, contra 12% dos homens.

1ª edição (2014): o primeiro retrato das mulheres no mercado digital
Com dados de 2013, 51% dos perfis da trampos eram de mulheres, e 86% delas tinham entre 18 e 34 anos. Da mesma forma, elas eram maioria em 8 de 13 categorias. Além disso, 15% tinham pós-graduação, contra 13% dos homens. Mesmo assim, a pretensão salarial delas já ficava abaixo em todas as categorias.


Para quem contrata, essa conversa começa no anúncio da vaga. Veja o que acontece quando a vaga mostra o salário.






